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(via tabystabs)

Fonte: toeiie

  • há 3 meses > toeiie
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(via mommakitteh)

Fonte: picturesandquotes.net

  • há 3 meses > everything-inspiring
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(via professionell)

Fonte: chillyeskimo

  • há 3 meses > chillyeskimo
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tallisphoto:

Really enjoying Irina Werner’s ‘Back to the Future’ series where she reshoots the subjects of old photographs attempting to recreate the exact same look and feel - film stock, lighting, composition etc. If you Re exploring the Passing of Time theme for the exam you should definitely check her out.

Muito perfeito! Very Perfect!

Fonte: tallisphoto

  • há 3 meses > tallisphoto
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(via professionell)

Fonte: ink-iron

  • há 3 meses > brutalgeneration
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O arcebispo católico de Quebec saiu em defesa nesta sexta-feira (17) da última frase de “Hymne a l’amour” (“Hino ao amor”) de Edith Piaf - “Dieu réunit ceux qui s’aiment” ou “Deus reúne aqueles que se amam”, numa tradução literal, censurada por um professor que não queria abordar um tema religioso na sala de aula. O professor da escola Saint-Gabriel-Lalemant School , que não teve seu nome divulgado, ensaia com seuas alunos de 10 anos a apresentação da música, mas sem o último verso. O arcebispado chegou a publicar em dois jornais encartes com a frase.
Na véspera, a decisão do professor de música, que não queria falar sobre o assunto com alunos da dez anos da cidade de Sorel-Tracy, provocou reações, inclusive em nível ministerial. 
A frase em questão é “muito cara aos paroquianos da Igreja Católica de Quebec”, explicou em nota o porta-voz do arcebispado, Jasmin Lemieux-Lefebvre, mesmo se não “estiver ligada a nenhuma forma de religião”; porque procura expressar, simplesmente, “a ideia de um Deus bom que nos quer ver felizes”.
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O arcebispo católico de Quebec saiu em defesa nesta sexta-feira (17) da última frase de “Hymne a l’amour” (“Hino ao amor”) de Edith Piaf - “Dieu réunit ceux qui s’aiment” ou “Deus reúne aqueles que se amam”, numa tradução literal, censurada por um professor que não queria abordar um tema religioso na sala de aula. O professor da escola Saint-Gabriel-Lalemant School , que não teve seu nome divulgado, ensaia com seuas alunos de 10 anos a apresentação da música, mas sem o último verso. O arcebispado chegou a publicar em dois jornais encartes com a frase.

Na véspera, a decisão do professor de música, que não queria falar sobre o assunto com alunos da dez anos da cidade de Sorel-Tracy, provocou reações, inclusive em nível ministerial. 

A frase em questão é “muito cara aos paroquianos da Igreja Católica de Quebec”, explicou em nota o porta-voz do arcebispado, Jasmin Lemieux-Lefebvre, mesmo se não “estiver ligada a nenhuma forma de religião”; porque procura expressar, simplesmente, “a ideia de um Deus bom que nos quer ver felizes”.

  • há 3 meses
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nevver:

GoPro
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nevver:

GoPro

(via bbook)

Fonte: nevver

  • há 3 meses > nevver
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Está muito mais brutal, adianta atriz sobre retorno de ‘The walking dead’

Em entrevista ao G1, Laurie Holden fala sobre os novos episódios da série.
‘Um ou dois personagens vão morrer’, afirma a intérprete de Andrea. 

Depois da calmaria, a tormenta. Esse é o clima do retorno de “The walking dead” de acordo com Laurie Holden, a intérprete de Andrea na aclamada série de zumbis. Após um começo de 2ª temporada marcado pelapasmaceira e conflitos psicológicos, os novos episódios que estreiam no Brasil nesta terça-feira (às 22h, no canal a cabo Fox) prometem, nas palavras da atriz, “um drama muito mais brutal”.

“Um ou dois personagens centrais vão morrer e partir o seu coração. Não existe segurança por aqui, nosso programa não tem disso. Só espero que um dos escolhidos não seja eu”, ri a atriz de 39 anos, em entrevista por telefone ao G1.

O segundo ano de “The walking dead” foi dividido em duas fases: a primeira, com sete episódios, acabou no final de novembro. A segunda iniciou no último domingo (12) nos EUA e traz uma leva de mais seis capítulos para fechar um total de 13.

O final da parte 1 encerrou brutalmente um arco que se construiu lentamente: o  desaparecimento da menina Sophia (Madison Lintz). No caso, descobriu-se que a garota, já morta-viva, estava escondida no celeiro de zumbis (quem não assiste não vai entender isso) da família Greene, deixando no ar o futuro do grupo de sobreviventes, cada vez mais dividido entre o idealista Rick (Andrew Lincoln) e o descrente Shane (Jon Bernthal).

“Há muitas questões a serem levantadas depois deste final. A família dos fazendeiros sabia dela lá, por exemplo? São questões de confiança”, comenta. “Temos agora um drama brutal, muito mais impactante que a 1ª parte, que foi mais focada no desenvolvimento dos personagens”, resume.

Andrea é o melhor exemplo de personagem que cresceu do primeiro para o segundo ano e Laurie reconhece isso. “Adoro a minha personagem! Ela não é agradável, é invejosa, mas também é tridimensional, como ela poderia ser feliz?”, argumenta, sobre o fato de Andrea não ser muito popular entre os fãs da série.

“Trata-se da jornada de uma mulher que não sabia se proteger e virou uma líder. Ela teve de matar zumbis, dar um tiro na cabeça da irmã e anda por aí com a arma do pai. Gosto do quanto ela agora me exige fisicamente”, diz a atriz, que aproveita para comentar também a possível relação amorosa entre Andrea e o policial Shane. “São pessoas que perderam tudo, que ficaram isoladas, e isso os atrai. Ela também quer ser uma guerreira como ele. Fora que Shane é um macho alfa bom para os olhos”, brinca.

Os zumbis são uma metáfora dos nossos medos: do medo da crise econômica, das bombas nucleares. As pessoas se identificam com o que pode acontecer depois que o mundo acaba”
Laurie Holden

Apesar de ter batido recordes de audiência na 2ª temporada, “The walking dead” sofreu uma baixa considerável antes mesmo dela estrear: a saída de Frank Darabont, produtor-executivo que dirigia, escrevia e comandava com rédea curta a produção. Como ele esteve envolvido nos primeiros oito episódios do 2º ano, manteve-se o ritmo lento e filosófico da 1ª temporada.

“A saída dele foi devastadora, era o nosso padrinho. Mas posso ser sincera? Sua saída foi boa, porque estávamos em um período de ajustes. O novo cara que entrou entende muito bem a HQ original, o que é ótimo. O bom de nosso show é que ele é coletivo, trabalhamos todos juntos em um calor forte de 40º na Geórgia. Esses novos episódios não trarão muita diferença em termos de produção, mas o resto… Só digo que eles vão explodir algumas cabeças”, diverte-se ela, enquanto explica sua teoria para o sucesso do seriado, já renovado para uma 3ª temporada.

“Os zumbis são uma metáfora dos nossos medos: do medo da crise econômica, das bombas nucleares… As pessoas se identificam com o que pode acontecer depois que o mundo acaba”.

De acordo com a atriz, a gravação dos episódios é exaustiva, fisicamente e psicologicamente. Uma das estratégias do elenco para amenizar o clima, revela, é colocar músicas nos intervalos das gravações. O hit, adivinhem, é “Thriller”, de Michael Jackson. “É uma música ótima para melhorar a nossa energia”, ri.

  • há 3 meses
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(via fuckyeahvintage-retro)

Fonte: tackorama

  • há 3 meses > tackorama
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Estreia: ‘Reis e ratos’ tenta fazer humor com o golpe militar de 64
Filme foi rodado em apenas 17 dias, com direção de Mauro Lima.Selton Mello, Rodrigo Santoro e Cauã Reymond estrelam o longa.




Para o seu terceiro longa como diretor, Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”) vai buscar inspiração na história real - o golpe militar no Brasil, em 1964 - para inventar teorias de conspiração e personagens um tanto caricatos. A trama de “Reis e Ratos”, assinada pelo diretor, pretende fazer rir, mas parece não se dar conta do quanto é difícil arrancar algo de engraçado de um tema tão sério.





Uma das coisas que mais chama a atenção em “Reis e Ratos” são as interpretações antinaturalistas. Selton Mello é Troy, agente da CIA que tem uma sapataria no Brasil, que lhe serve de fachada. Suas falas seguem a entonação de dubladores de filmes noir antigos.
Cauã Reymond é Hervê, locutor de rádio de voz fanhosa, que tem transes mediúnicos no meio de seus programas. Rodrigo Santoro é Roni Rato, um vigarista sujo e de dentes estragados que vive de golpes e da venda de livros de porta em porta. Já a cantora Amélia Castanho (Rafaela Mandelli) usa o seu sotaque gaúcho ao natural.
 Junto desses personagens também estão outros americanos que têm como objetivo evitar que o Brasil se torne comunista - como é o caso de Skutch Sanders (Kiko Mascarenhas), que fala com o sotaque de americano em novela e veio ao Brasil investigar a fidelidade de Troy ao seu país natal.
O filme mostra diversos momentos, por meio dos pontos de vista desses e outros personagens, dos dias que antecedem o golpe militar. Uma bomba explode numa comemoração de uma pequena cidade do interior do Rio, onde Amélia se apresentaria. Ela é salva por um transe do radialista, que solta mensagens no ar sobre a explosão que ele prevê.
Os personagens se movem por cenários luxuosos dos bastidores do poder enquanto Troy e o major Esdras (Otavio Müller) veem de perto o desenrolar de um golpe de Estado - ou algo parecido. O roteiro é confuso, especialmente quando entra, no meio do filme, um longo flashaback em preto e branco.
Os diálogos mostram-se exagerados e forçados, tentando ser, ao mesmo tempo, informativos e pop. Mais perto do fim, quando o personagem de Cauã se transforma num espadachim viking, parece ser a prova de que Lima queria fazer um filme completamente sem nexo. E conseguiu.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
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Estreia: ‘Reis e ratos’ tenta fazer humor com o golpe militar de 64

Filme foi rodado em apenas 17 dias, com direção de Mauro Lima.
Selton Mello, Rodrigo Santoro e Cauã Reymond estrelam o longa.

Para o seu terceiro longa como diretor, Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”) vai buscar inspiração na história real - o golpe militar no Brasil, em 1964 - para inventar teorias de conspiração e personagens um tanto caricatos. A trama de “Reis e Ratos”, assinada pelo diretor, pretende fazer rir, mas parece não se dar conta do quanto é difícil arrancar algo de engraçado de um tema tão sério.

Uma das coisas que mais chama a atenção em “Reis e Ratos” são as interpretações antinaturalistas. Selton Mello é Troy, agente da CIA que tem uma sapataria no Brasil, que lhe serve de fachada. Suas falas seguem a entonação de dubladores de filmes noir antigos.

Cauã Reymond é Hervê, locutor de rádio de voz fanhosa, que tem transes mediúnicos no meio de seus programas. Rodrigo Santoro é Roni Rato, um vigarista sujo e de dentes estragados que vive de golpes e da venda de livros de porta em porta. Já a cantora Amélia Castanho (Rafaela Mandelli) usa o seu sotaque gaúcho ao natural.

 Junto desses personagens também estão outros americanos que têm como objetivo evitar que o Brasil se torne comunista - como é o caso de Skutch Sanders (Kiko Mascarenhas), que fala com o sotaque de americano em novela e veio ao Brasil investigar a fidelidade de Troy ao seu país natal.

O filme mostra diversos momentos, por meio dos pontos de vista desses e outros personagens, dos dias que antecedem o golpe militar. Uma bomba explode numa comemoração de uma pequena cidade do interior do Rio, onde Amélia se apresentaria. Ela é salva por um transe do radialista, que solta mensagens no ar sobre a explosão que ele prevê.

Os personagens se movem por cenários luxuosos dos bastidores do poder enquanto Troy e o major Esdras (Otavio Müller) veem de perto o desenrolar de um golpe de Estado - ou algo parecido. O roteiro é confuso, especialmente quando entra, no meio do filme, um longo flashaback em preto e branco.

Os diálogos mostram-se exagerados e forçados, tentando ser, ao mesmo tempo, informativos e pop. Mais perto do fim, quando o personagem de Cauã se transforma num espadachim viking, parece ser a prova de que Lima queria fazer um filme completamente sem nexo. E conseguiu.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

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Well there's no use telling me to leave
I've seen a half a dozen ghosts but I don't believe
I'm a cynical cunt and I'm much too lazy to change

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